Após o jogo contra o Resende, dia 28/02, Emerson Sheik e Paolo Guerrero discutiram e tiveram que ser separados para não trocarem agressões. Um dia após a briga, o atacante peruano teria pedido ao presidente que contratasse o companheiro de seleção Farfan e que mandasse o Sheik embora. Muricy não deu ideia e disse que ele que deveria correr atrás da bola e que o Sheik era de sua confiança.
Alguns jogadores, entre eles Everton, Alan Patrick e Willian Arão teriam ouvido a conversa entre Muricy e Guerrero, e como boa parte do elenco é contra a permanência do Sheik no time, esses jogadores teriam falado com o resto do elenco para que o time fizesse corpo mole para forçar o técnico Rubro-Negro a tirar Emerson do time ou até mesmo para a demissão do próprio Muricy Ramalho, já que até o momento ele se nega a tirar o atacante.
Outra fonte afirma que o meia Everton teria revelado que Emerson Sheik chega atrasado todos os dias desde que o time voltou a treinar no Ninho do Urubu. Os dois atacantes, que também jogaram juntos no Corinthians, não estão se falando internamente.
O resultado disso foi visto dentro de campo, Emerson em vários momentos abre mão do passe para resolver individualmente, e alguns jogadores caíram drasticamente de produção.